JxCAT E DRC Divergem A Respeito Da Data Do Pleno De Investidura

A fratura do independentismo voltou a ficar em evidência, nessa manhã, entre as paredes do Parlamento. JxCAT e DRC não conseguiram vir a um acordo sobre a data do pleno de investidura. Enquanto os republicanos querem comemorar o dia 30, a candidatura de Puigdemont prefere o dia 31, data em que expira o período para votar a escolha do candidato à Presidência da Generalitat.

Esta manhã, o presidente da Câmara catalã, Roger Torrent, realizou uma reunião com todos os grupos parlamentares para cuidar de todos os aspectos do pleno de investidura, entre eles a data de celebração. O republicano, acorria com a proposta do dia 30, mas JxCAT se recusou a aceitar e o encontro acababou sem acordo.

Os comuns apoiaram o pedido de DRC e a CUP manifestou que lhe é indiferente o dia escolhido. Dado o impasse, será Torrent quem tem a última frase. Está previsto que no decorrer do dia comunique a sua decisão. As diferenças em torno da possibilidade da data do pleno trazem à tona as diferenças latentes entre as duas principais forças separatistas catalães.

ERC prefere que tenha território o dia trinta pra revelar com margem de manobra e poder recomendar outro candidato, se a Justiça impossibilita o pleno de investidura ou Puigdemont opta conceder um passo pra trás no último momento. Se deste jeito fosse, os republicanos apostarían por celebrar o pleno dia 31, escolher um candidato optativo e não encurtar o prazo de dois meses, que começa a contar a partir desta data, se não há investidura.

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JxCAT, por contra, prefere levar a situação ao limite e não deixar margem de manobra à ERC no caso de que a investidura de Puigdemont fique frustrada. Por outro lado, a Mesa do Parlamento também não foi resolvido hoje o pedido de delegação de voto dos deputados eleitos escaparam ao lado Puigdemont. Torrent garantiu que o fará na próxima terça-feira, é narrar pouco antes do pleno, em caso de que se esgote comemorando desse mesmo dia.

Em 1993, o professor Jesus Mejía Vallejo fez fração, com Ciro Angarita Barão, da listagem proposta pelo desse modo presidente César Gaviria Trujillo, que levou a magistratura constitucional de Fernando Herrera Molina. Também em 1993, a pós-graduação, professor e ex-reitor Jairo Escobar Padrão fez porção, com Pedro Angulo Charria, da tripla desenvolvida pela Corte Suprema de Justiça que levou à magistratura a Fabio Moron Díaz.

por esse ano, foi nomeado também como magistrado Vladimiro Naranjo Mesa, que era aluno da Universidade do Rosário, entretanto havia iniciado seus estudos na Bolivariana. Além disso, o professor Luis Fernando Álvarez Jaramillo (alguns anos depois nomeado Conselheiro de Estado) foi conjuez dessa Corte, como esta de o fora antes de 1991, a Sala Constitucional da Corte Suprema de Justiça. Na vida da Procuradoria Geral da Nação (desde 1991), nenhum bolivariano foi escolhido.