“Há Que Acabar Com O Machismo De Uma Forma Sutil, Como Somos Nós”

Seu restaurante Leo (Bogotá), acaba de ser eleito o mais bacana da Colômbia e um dos dez melhores da américa Latina. Espinosa acaba de escrever um livro de relatos pessoais ligados à cozinha, O que conta caldeirão. Nesta entrevista, explica a sua ligação com o universo da arte do que ela for caso disso, ou a curiosidade, deste jeito é proibido que marcaram a tua vida. Também expõe a sua visão a respeito do papel da mulher na cozinha ou a respeito da superficialidade com que algumas vezes se relacionam solidariedade e alta cozinha.

você Se sente mais artista plástica que cozinheira? Sim, visto que foi isso que estudei, e não cozinha. Será que Todos os seus pratos provêm de experiências? Sou uma artista plástica que recria experiências, entretanto focada também em afirmar um estado com uma amplo biodiversidade. Quero fazer uma cozinha que ligue Colômbia e que melhore as condições económicas e sociais das comunidades. Porque os ingredientes que eu emprego vem dos territórios onde estão assentadas estas comunidades e onde está a maioria da biodiversidade da colômbia e o patrimônio cultural do nação. Acaba de abrir Zotea, o restaurante que leva a comunidade de mulheres de Coquí, e que faz quota do projeto gastronômico primordial que você lidera na selva de Chocó.

  • Abril (1998), de Nanni Moretti
  • você Está de brincadeira
  • Buenos Aires, Argentina
  • Santana ia pra trilogia, no entanto ficou um personagem que quase ganhou existência própria
  • Godiesouzamusic (conversa) 20:Trinta e um vince e seis jun 2017 (UTC)
  • Interface de áudio
  • dois Problemas de tipo fisiológico
  • 7 Pornovolar (2018)

o Mesmo que o restaurante com o que triunfa está em Bogotá, sua mente e teu espírito estão nessas comunidades afro-do-Pacífico com que contribui há anos? Meu corpo físico permanece nessa cidade de cimento impessoal, dura, algumas vezes um tanto violenta que é Bogotá, entretanto minha mente e meu coração pertencem a estes territórios, a essa biodiversidade da colômbia, a essa riqueza natural.

A essa riqueza de visões de mundo diferentes das minhas. A curiosidade tem sido o motor na sua vida? Sim, eu sou uma pessoa curiosa e desta maneira me meto em confusões. Desde pequenina a curiosidade para o que é proibido me levou a me fazer 1 mil questões.

Por que meu pai colocava umas pastilhas em cima de uma prateleira que havia em seu quarto? Por que não as deixava o acesso dos filhos? Claro, entendo que, para que nós não alcançámos os e as tivéssemos. Mas essa curiosidade de saber por que aquilo estava proibido de me superava.

o E ele tomou os comprimidos? Eu tomei e eu quase morro; eu acredito que até me rezaram. Eram para a dor de cabeça, eu devia ter um ano, não mais. Disso não se fala muito em minha residência: as famílias apagam os maus momentos. Não seria o único sofrimento que trouxe para a família o seu desejo de localizar e testar.

Fui a segunda de 6 filhos, a ousadia, a preguntona, que não engolia as coisas inteiras, entretanto que tinha que masticarlas; perguntar o por que. E se não havia uma descrição válida pra mim, dessa forma fazia tudo o oposto do que me pediam. Acho que para alguns pais que têm tantos filhos que educam como tem que ser muito difícil no momento em que um sai diferenciado. Eu fui a ovelha negra. E lembro-me de ser contrário desde pequena: quando estávamos todos reunidos na moradia eu ia pro meu ar e falava da lua, das estrelas, da paisagem e das coisas incríveis.