Edição Do Quarta-Feira, 05 De Julho 2019, Página 3

segunda-feira, 5 de JULHO de 1997 CIÊNCIA E SAÚDE ou de 3 A VANGUARDA Congelar pra ser imortal, que • Se o imortal é uma coisa que du ra por tempo indeterminado, Cali – fornía é o paraíso instituído da imaginação e dos sueíios ANÁLISE humanos másradicales. No oeste americano foi engendra jo Hollywood, o chip, a indus tria de biotecnologia, a Apple, a cultura hippie, o orgulho gay e tantas novas iniciativas que não passaram de loucuras. Somente por lasten – siones térmicas ocorrem fraturas em todos os âmbitos, desde os ossos, a medula espinhal, e, em escala microscópica, o panorama podes ser similarmente escuro.

Ninguém tem dúvidas de várias experiências mo solucionar os danos causados por hiber nação profunda, mas é um defeito que – fornece para netos de nossos tataranietos. Há quem sugere que, no futuro, a nanotecnologia (a perícia de reposição átomo a átomo dos componentes de um tecido) permitirá reparar os estragos do frio em um corpo humano dessa forma com servado. Ainda foram efetuados cálculos de o que custar, em termos de tempo e de medi elaboração, seguido de um cérebro neurónio pra neurónio.

Três anos e entre cinquenta e 500 gramas de ‘medici na”. Esta seria uma solução de micromanipula dores dispositivos (que ainda estão por inven-tar) capazes de agarrar e mover moléculas indi viduales de um espaço para o outro até deixá-las como recentes.

Claro que a proposta depara com acordados .: -. Empresas californianas criogenizan aqueles que esperam que ia ciência lhes devolva a existência • CMLOSGONZÁLEZARMESTO Desde a data faraônica, o homem tem perseguido a imortalidade, um sonho que continua a ser pra

Mas não pra todos. Os defensores do projeto insistem em relatar que sim. Verdadeiramente, os problemas que levanta a descon gelación são tão grandes que, quando isto acontecer, possivelmente bem como haverá uma curapara a maioria das doenças que hoje são mortais.

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  • 136 15:52 27 nov 2007 (CET)
  • Internet of Things

Claro que a medicina terá que avançar muito para salvar o abismo que saiba ra estes corpos de uma hipotética ressuscitação. Nas poucas ocasiões em que uma pessoa a toda a hora pode jo examinar de perto um deles, a impressão não foi otimista.

Existe não apenas uma prioridade, assim sendo, metafísica, todavia propriamente “praxeológica” do humano, no momento em que o homem se executa a si mesmo através da ação. A fecundidade da prioridade praxeológica do humano no interior da ação permitirá dominar como a pessoa se constrói a si mesma no momento de criar o mundo.