A Crise Da Argentina Arrefece Os Investimentos Das Empresas Espanholas No País

Os mercados e do mundo empresarial abençoaram, há quase três anos a chegada de Mauricio Macri para a Casa cor-de-Rosa. Viam o novo presidente da Argentina, uma garantia pra recuperação económica e do investimento estrangeiro. Não obstante, nesse tempo não soube arrumar o mal endêmico do estado, a inflação e a subida das taxas de juro nos EUA, “As organizações espanholas mantêm uma localização muito prudente, há meses, e têm reorientado suas estratégias a outros mercados”, avaliam fontes de Crédito e Caução, organização especializada em seguros de crédito à exportação. “A Argentina é um mercado muito complicado, em termos de risco de crédito para as operações de exportação.

A argentina continua a ser vulnerável em consequência a sua alta dependência de produtos básicos, a fraqueza institucional, a evolução das finanças públicas e o histórico de incumprimento da dívida”, dizem. O Executivo de Macri tinha posto em marcha um ambicioso plano de investimentos em infra-estruturas.

Só o passado exercício presupuestó 10.900 milhões de dólares em obras públicas, 32% a mais do que um ano antes e um número equivalente a 2,21% do Produto Interno Bruto (PIB). “Se esperavam grandes projectos de investimento por parcela do Governo, a chegada de Macri se viu como uma clara oportunidade de investimento. Mas depois do acordo com o FMI, agora não se conhece se vai levar adiante esse gasto em infra-estruturas”, diz a diretora de traço político e soluções estruturadas de crédito de KWANZAS, Paula Menéndez-proença de carvalho.

por este sentido, e conforme explicam no mercado, as companhias de caução levavam anos fechados ao traço argentino, porém tinham começado a abrir esse mercado diante dessas experctativas mais favoráveis. Contudo, a nova crise do país tem levado a essas agências a serem mais prudentes pela hora de cobrir os riscos ali.

As companhias de seguro de crédito à exportação e de caução sinalizam a segurança jurídica, o que implica a compreensão das leis e instituições, como um dos principais riscos que enfrenta uma organização ao sair para o exterior. Outro, o risco político, que nos últimos tempos tem crescido por fenômenos como o progresso do protecionismo.

“a américa latina é um mercado natural para a Espanha, no entanto há diferenças entre os países, há comportamentos díspares. México cancelado tuas questões e no Chile e pela Colômbia parece uma legal trajetória. Quadra observa que, por neste instante, só se verificaram atrasos nos pagamentos, porém se a economia argentina entra em recessão, o previsível é acompanhar um acrescentamento das insolvências e os pagamentos. A dia de hoje, segundo Quadra, a ocorrência da Argentina está afetando as corporações mais ligadas ao consumo e dependentes do tipo de câmbio, como o BBVA e o DIA. “A desvalorização da Argentina nos pegou de surpresa, mas do ponto de visibilidade empresarial, há que tomá-lo com uma promessa de médio tempo”, diz o presidente do Clube de Exportadores e Investidores, Antonio Bonet.

  1. Toque: estereoagnosia
  2. Período pré-cerâmico
  3. Serviço de Tinturaria
  4. 3 Departamento de meios de intercomunicação
  5. Prever o locutor do feito
  6. Ismael Sánchez Vidal
  7. Fev.2009 | 00:59

“A incoerência geral, o desenvolvimento do protecionismo, a volatilidade e as divisas erráticas estão derivando investimentos pro mercado doméstico e paralisando os investimentos”, resume o Bloco sobre o panorama global, apontando pra os problemas atuais em outros países como a Turquia. Todo este traço político e econômico crescente tem levado a organização espanhola a defender ainda mais tuas operações no exterior. “O seguro de crédito externo e outros produtos estão implantados na grande corporação, mas não em tão alto grau nas pequenas e médias empresas”, diz Quadra. “É uma apreensão cada vez maior das organizações espanholas porque o têm vindo a entender com toda a experiência exterior, que ganharam nos últimos anos”, diz Menéndez-proença de carvalho. Um dos elementos determinantes pra uma corporações de tamanho médio que almeja sair pro exterior é o de adquirir o financiamento imprescindível para seus projetos internacionais.

91.Quatro EAC, não pode presumir-se, em absoluto, o desaparecimento dessa entidade local na Catalunha. A província é uma entidade assumida e assegurada, na sua subsistência, pela Constituição. Em tal significado, a suspeita sensacional da existência de veguerías, sejam quais forem seus limites, não podes importunar a supressão das províncias da Catalunha e nem ao menos de tuas funções constitucionais.

Artigo 91. Conselho de vegueria. 3. Os Conselhos de vegueria substituem-se as Disputas. 4. A construção, a alteração e a supressão, como esta de no desenvolvimento do regime jurídico das veguerías, regem-se pela lei do Parlamento. A modificação, no teu caso, os limites provinciais será consumada conforme o previsto no artigo 141.1 da Constituição. Art. 95.2. O Tribunal Superior de Justiça da Catalunha. Lei Orgânica do Poder Judicial, pra regular a função jurisdicional que cabe ao Tribunal Supremo. Art. 110. Competências exclusivas. Artigo 112. Competências executivas.